Raiva pra quê???

 

Ficar com muita raiva quando uma coisa injusta acontece mexe demais com a gente, né? 

 

Nem vou entrar no mérito do que rolou comigo esses dias, mas fato é que, quando algo te tira do sério, você perde a razão. Juro que se estiver num telemarketing, por ser uma pessoa desconhecida, sabe... eu desligo. Pra pensar melhor, pra evitar xingar quem não tem nada a ver com meu problema ou simplesmente pra recuperar minha sanidade mental antes de brigar pelos meus direitos. Admito que às vezes desligo na esperança de cair em um atendente mais bacana em seguida. Quem nunca?!

 

O problema maior é quando a gente sente que se perdeu de si por conta de uma discussão sem muita eira nem beira. Aí sofre todo mundo que está em volta: é aquela entrada enfurecida no elevador, a evitada na conversinha com alguém ou até mesmo a mania chata demais de contar "causo" de pepino. 

 

Sabe aquela raiva fumegante que inflama as veias do pescoço quando a gente conta algo de chato que já aconteceu? 

 

Cara... o que aconteceu está no passado. Reviver em palavras é uma jogada nada positiva com o universo e nada simpática com as pessoas.

 

Imagine você toda feliz por que passou num concurso, e a colega do pilates chega cospindo fogo por conta de uma fatura super errada de celular?

 

Há de se saber a hora de falar do quê. O silêncio muitas vezes pode ser uma saída mais saudável não só para quem ouve, mas também para quem diz.

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